Os meus mortos de 2009
Poetas: o ultimo dos «confessionais», WD Snodgrass, e um dos grandes sul-americanos, Mario Benedetti, além dos ingleses Mick Imlah e UA Fanthorpe. Também da literatura: o genial JG Ballard, Jonh Updike (que ensaísta), Milorad Pavic, James Purdy, o crítico Richard Poirier. Do cinema: Jonh Hughes (ah, a adolescência), o sempre confiável Karl Malden, Jennifer Jones (lust in the dust), a demasiado jovem Britanny Murphy, o argumentista Tullio Pinelli (I Vitelloni, La Strada, La Dolce Vita, 8 ½). E, em memória da minha memória infantil, Vasco Granja. Da música: o radialista António Sérgio e o songwriter Vic Chesnutt. Do pensamento religioso: o ortodoxo Richard John Neuhaus e o heterodoxo Edward Schillebeeckx. Das ideias: o sábio Claude Lévi Strauss, Leszek Kołakowski (leiam o estudo dele sobre o comunismo) e o liberal Ralf Dahrendorf.

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