Moscovitas
A sua experiência vasta, e realmente amarga, ensinara-lhe havia muito que qualquer intimidade, de início uma coisa agradável para variar na vida, uma aventura fascinante mas ligeira entre duas pessoas decentes, se transformava inevitavelmente em problemas bastante complicados, sobretudo entre os moscovitas indolentes e irresolutos, e se volvia, ao fim e ao cabo, em situação penosa.
[Tchékhov, «A senhora do cãozinho» (1899), trad. Nina Guerra e Filipe Guerra]
[Tchékhov, «A senhora do cãozinho» (1899), trad. Nina Guerra e Filipe Guerra]

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