12/01/2010

Um ano depois

Há um ano, escrevi aqui sobre o apostole Tomé, e o facto de ele nunca ter tocado em Jesus ressuscitado: «Por causa de Caravaggio e de outros artistas, julgamos que Tomé só acreditou quando tocou Jesus. É falso. Tomé acreditou na palavra. Não é isso que se pede a quem confia?». Uma semana depois, escrevi também, em tom bem menos bíblico: «Ninguém troca o bem que tem pelo bem que imagina». Passou um ano, mas é como se tivesse passado um dia.