O triunfo da vontade
Malraux detectou nas Liasons Dangereuses uma «erotização da vontade». De facto, já não se trata apenas de tornar erótica a inteligência, e a sua declinação marcial, que é a estratégia; é também libertar a vontade de qualquer seguidismo face ao desejo. Fazer das estratégias do desejo um culto da vontade.

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