A crença e a existência
Deixei de acreditar na amizade aos 21 anos, e no amor, imagine-se, aos 33. Não é comparável com perder a fé, pois aqui é possível separar a crença e a existência. Tive aliás admiráveis provas objectivas depois dos 21 e depois dos 33. Mas cavou-se um fosse intransponível entre a existência e a crença, e a verdade nunca mais foi um facto objectivo.


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