O epílogo
Achei que aquele «epílogo», como de imediato lhe chamei, quebrou a regra aristotélica. Acolhi-o com imensa alegria, como é óbvio, mas não estava preparado. Tinha tudo arrumado em três unidades, três andamentos, três tempos. Que motivo então para um novo episódio? Nenhum motivo, não há uma divindade que estabeleça tais sucessos, mas ainda assim imaginei um qualquer sentido. Um consolo depois da abjecção. Uma porta ironicamente entreaberta. Uma lenta despedida.

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