10/05/2011

A medalha sueca














E que tal premiar uma obra feita, um percurso forte, um estilo pessoal e um pensamento vigoroso? Há uma vintena de autores a quem estas palavras se aplicam: o meu favorito é Kundera. Mas também já vai sendo altura de voltar a contemplar a poesia: se amanhã a Academia atribuir a medalhinha ao americano Ashbery, ao espanhol Gamoneda, ao estónio Kaplinski, ao francês Bonnefoy, ao polaco Zagajewski ou ao sueco Tranströmer, fica bem entregue.