12/30/2011

2011: Ficção estrangeira


















Anatomia de Um Instante, Javier Cercas, D. Quixote
Auto-de-fé, Elias Canetti, Cavalo de Ferro
Contos Escolhidos, Guy de Maupassant, D. Quixote
Correr, Jean Echenoz, Cavalo de Ferro
A Escavação, Andrei Platónov, Antígona
Ferdydurke, Witold Gombrowicz, 7Nós
A Livraria, Penelope Fitzgerald, Clube do Autor
Matadouro Cinco, Kurt Vonnegut, Bertrand
Pornopopeia, Reinaldo Moraes, Quetzal
Prosas Apátridas, Juan Rámon Ribeyro, Ahab

O ano editorial foi especialmente forte na ficção estrangeira. Recenseei nestas páginas os contos impiedosos de Askildsen, o melhor Houellebecq da última década e uma brilhante sátira de Waugh ao jornalismo. Acrescento agora estas dez ficções. Um momento decisivo na transição espanhola. Uma tragédia erudita. O maior contista francês. Um atleta modelo. Uma distopia soviética. O elogio da imaturidade. Uma subtil miniatura social. O bombardeamento de Dresden. Uma Ilíada da libido na língua de Camões. Textos por tudo e por nada. E acrescento outros dez títulos, em jeito de afinidade ou contraponto: Uma Espécie de Sono, de Henry Roth; Os Buddenbrook, de Thomas Mann; os Romances de Flannery O’Connor; O Homem que Gostava de Cães, de Leonardo Padura; Vida e Destino, de Vassili Grossman; Impressões de África, de Raymond Roussel; C, de Tom McCarthy; Catch 22, de Joseph Heller; O Filho do Desconhecido, de Alan Hollinghurst; Alvo Nocturno, de Ricardo Piglia.

[no Expresso de hoje]