2011: Ficção estrangeira

Anatomia de Um Instante, Javier Cercas, D. Quixote
Auto-de-fé, Elias Canetti, Cavalo de Ferro
Contos Escolhidos, Guy de Maupassant, D.
Quixote
Correr, Jean Echenoz, Cavalo
de Ferro
A Escavação, Andrei Platónov,
Antígona
Ferdydurke, Witold Gombrowicz,
7Nós
A Livraria, Penelope Fitzgerald,
Clube do Autor
Matadouro Cinco, Kurt Vonnegut,
Bertrand
Pornopopeia, Reinaldo Moraes,
Quetzal
Prosas Apátridas, Juan Rámon Ribeyro,
Ahab
O ano editorial foi
especialmente forte na ficção estrangeira. Recenseei nestas páginas os contos
impiedosos de Askildsen, o melhor Houellebecq da última década e uma brilhante
sátira de Waugh ao jornalismo. Acrescento agora estas dez ficções. Um momento
decisivo na transição espanhola. Uma tragédia erudita. O maior contista
francês. Um atleta modelo. Uma distopia soviética. O elogio da imaturidade. Uma
subtil miniatura social. O bombardeamento de Dresden. Uma Ilíada da libido na
língua de Camões. Textos por tudo e por nada. E acrescento outros dez títulos,
em jeito de afinidade ou contraponto: Uma Espécie de Sono, de Henry Roth; Os
Buddenbrook, de Thomas Mann; os Romances de Flannery O’Connor; O Homem que
Gostava de Cães, de Leonardo Padura; Vida e Destino, de Vassili Grossman;
Impressões de África, de Raymond Roussel; C, de Tom McCarthy; Catch 22, de
Joseph Heller; O Filho do Desconhecido, de Alan Hollinghurst; Alvo Nocturno, de
Ricardo Piglia.

<< Página inicial